Hotel Samasa Fundão
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A Serra da Gardunha (Beira Baixa-Portugal) localiza-se na zona ocidental do Sistema Central Ibérico, fazendo a divisória entre a Campina de Castelo Branco e Cova da Beira. 
O seu ponto mais alto é de 1227 m e faz a divisória entre o concelho de Castelo Branco e Fundão.

Património Natural

A Gardunha encerra uma riqueza biólogica e paisagística elevada. 
A paisagem da Serra da Gardunha caracteriza-se principalmente por três unidades distintas do ponto de de uso de solo e vegetação: 
Vertente Norte (desde o Alcaide até ao Souto da Casa)
Zona Oeste - Pinhal
Vertente Sul - Castelo Novo

Flora

A paisagem vegetal da Serra da Gardunha é o resultado da interacção de vários factores em que a acção do homem e as características climáticas regionais tiveram um papel primordial na modelação da paisagem actual.

A diversidade florística da Gardunha é elevada e contém algumas espécies únicas para Portugal como são os casos de Astragalus glycyphylus , Sorbus torminalis e do endemismo Asphodelus bento-rainhae . Na vertente norte a vegetação é caracterizada pelos castançais e carvalhais de Quercus robur e Quercus pyrenaica . A vertente Sul pelos matos de giestas e caldoneira (Echinospartum lusitanicum).

Fauna

As espécies faunísticas que caracterizam a Gardunha têm vindo a sofrer um declínio acentuado nos últimos 50 anos. Hoje, já não encontramos o Lobo-Ibérico ou o Lince , mas ainda se podem observar espécies importantes como a Gardunha (Martes foina) , Águia Calçada (Hiaeratus pennatus), Texugo ( Meles meles ) ou mesmo a Lontra (Lutra lutra).

A riqueza faunística da Gardunha não é tão emblemática como a flora, não existem espécies únicas ou endémicas, no entanto existe uma elevada diversidade de Passeriformes e de Insectos que ainda não foram totalmente catalogados.

Textos 

© Adesgar, Associação de Defesa e Desenvolvimento da Serra da Gardunha

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A Serra da Gardunha (Beira Baixa-Portugal) localiza-se na zona ocidental do Sistema Central Ibérico, fazendo a divisória entre a Campina de Castelo Branco e Cova da Beira. 
O seu ponto mais alto é de 1227 m e faz a divisória entre o concelho de Castelo Branco e Fundão.

Património Natural

A Gardunha encerra uma riqueza biólogica e paisagística elevada. 
A paisagem da Serra da Gardunha caracteriza-se principalmente por três unidades distintas do ponto de de uso de solo e vegetação: 
Vertente Norte (desde o Alcaide até ao Souto da Casa)
Zona Oeste - Pinhal
Vertente Sul - Castelo Novo

Flora

A paisagem vegetal da Serra da Gardunha é o resultado da interacção de vários factores em que a acção do homem e as características climáticas regionais tiveram um papel primordial na modelação da paisagem actual.

A diversidade florística da Gardunha é elevada e contém algumas espécies únicas para Portugal como são os casos de Astragalus glycyphylus , Sorbus torminalis e do endemismo Asphodelus bento-rainhae . Na vertente norte a vegetação é caracterizada pelos castançais e carvalhais de Quercus robur e Quercus pyrenaica . A vertente Sul pelos matos de giestas e caldoneira (Echinospartum lusitanicum).

Fauna

As espécies faunísticas que caracterizam a Gardunha têm vindo a sofrer um declínio acentuado nos últimos 50 anos. Hoje, já não encontramos o Lobo-Ibérico ou o Lince , mas ainda se podem observar espécies importantes como a Gardunha (Martes foina) , Águia Calçada (Hiaeratus pennatus), Texugo ( Meles meles ) ou mesmo a Lontra (Lutra lutra).

A riqueza faunística da Gardunha não é tão emblemática como a flora, não existem espécies únicas ou endémicas, no entanto existe uma elevada diversidade de Passeriformes e de Insectos que ainda não foram totalmente catalogados.

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